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O que mudou no seguro com a nova lei para veículos motorizados leves

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Nos últimos meses, muito se falou sobre a nova lei que regulamenta a circulação de motocicletas motorizadas e veículos elétricos leves nas vias públicas. A informação, porém, não chegou de forma clara, o que gerou algumas dúvidas e insegurança, principalmente sobre a obrigatoriedade do seguro.

Para esclarecer de vez esse assunto, reunimos os principais pontos da nova legislação e explicamos por que, mesmo não sendo obrigatório, o seguro passou a ser essencial para quem utiliza esse tipo de veículo no dia a dia.


A nova lei não tornou obrigatório o seguro para motocicletas motorizadas ou veículos elétricos leves. O que a legislação fez foi algo igualmente importante: regularizar oficialmente esses veículos, estabelecendo regras claras para que possam circular legalmente nas ruas, avenidas e estradas.

A partir deste ano, esses veículos precisam atender aos mesmos critérios básicos de outros veículos automotores. Entre as principais exigências estão:

  • Registro do veículo junto aos órgãos competentes
  • Emplacamento
  • Licenciamento anual
  • Condutor devidamente habilitado
  • Uso obrigatório de equipamentos de segurança

Essas mudanças têm como objetivo principal organizar o trânsito, aumentar a segurança e garantir que todos os veículos em circulação estejam dentro da lei. Aqui está o ponto mais importante e o que explica por que o tema “seguro” ganhou tanta visibilidade.

Com o veículo registrado, emplacado e licenciado, ele passa a responder legalmente por qualquer ocorrência no trânsito. Isso significa que, em caso de acidente, o condutor é responsabilizado pelos danos causados a terceiros, ou seja, sem seguro, todo o custo recai diretamente sobre o condutor.

Mesmo não sendo obrigatório, o seguro passa a ser um aliado fundamental para quem utiliza esse tipo de veículo com frequência. Além disso, muitas pessoas se surpreendem ao descobrir que o valor do seguro costuma ser bastante acessível, principalmente quando comparado aos custos de um único sinistro sem cobertura.

Por isso, contar com a orientação de uma corretora faz toda a diferença. O papel do corretor é analisar o risco, explicar as opções e indicar a melhor solução, de forma clara e transparente. Se você quer circular com tranquilidade, dentro da lei e protegido contra imprevistos, informação e prevenção são essenciais. Converse com um corretor, tire suas dúvidas e entenda qual tipo de proteção faz mais sentido para você. Clique aqui para falar com a gente!

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